segunda-feira, 18 de maio de 2015

PASSEIO



Ontem a Comissão de Nossa Senhora Aparecida esteve no Santuário de Santa Paulina. Dia de comemoração de 13 anos de canonização de Santa Paulina.

sexta-feira, 8 de maio de 2015

Reunião da Comissão

Neste dia 06 de maio último tivemos a primeira reunião da Comissão de  Nossa Senhora Aparecida, já começando os trabalhos para o ano de 2015.

segunda-feira, 30 de março de 2015

APRESENTAÇÃO


     Ontem na Missa das 18:30 hs foram chamados os membros do CAEP para os próximos três anos a fim de apresenta-los à  comunidade, onde estavam presentes os representantes da Comissão de Nossa Senhora Aparecida os senhores José dos Passos Rosa e João Batista Fernandes. 

sexta-feira, 13 de março de 2015

REUNIÃO EXTRAORDINARIA.


       Ontem tivemos uma pequena reunião com alguns membros da comissão de Nossa Senhora Aparecida, para adiantarmos os assuntos para as reuniões oficiais que estão para começar.

           Falamos do trajeto que será feito no dia da Celebração que este ano sairá de Içara.

          Explanamos sobre o planejamento para 2015,  avaliamos a Celebração de 2014 seus pontos positivos e negativos, dificuldades encontradas e tomada de decisões para revitalização para 2015. Vem novidades por aí.

          Definimos mais um membro para representar a Comissão  junto ao CAEP da Igreja Nossa Senhora da Salete, o Senhor José dos Passos Rosa irá auxiliar o Senhor  João Batista Fernandes que serão apresentados na reunião que acontecerá no próximo dia 18 de março de 2015, no bairro Próspera.


          Definimos a data do passeio ao Santuário de Santa Paulina que será no dia 19 de abril de 2015. 

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

RUMO AOS 300 ANOS





O BRASIL DE 1717

Quem conhece a região de Aparecida dos dias atuais e sabe como é o Brasil neste começo do século XXI pode ter dificuldade em imaginar como se viva por aqui em 1717. No lugar da principal estrada do país – A Rodovia Presidente Dutra -, existia a Estrada Real, que não passava de um caminho de cavalos. Aliás, o percurso que fez naquele mesmo ano o então governador da capitania de São Paulo e das Minas de Ouro foi outro. A viagem, que era penosa, começou no Rio de Janeiro, continuou pelo litoral por vários dias até a chegada a Santos, de onde se subia a serra rumo a São Paulo. De lá, o governador ia para Minas, atrás do ouro, mas precisava passar pela Vila de Guaratinguetá. Não podia imaginar o então Conde de Assumar que algo completamente novo ia acontecer por causa da pescaria que foi marcada para fornecer peixes para o banquete que lhe seria servido.


Para se ter melhor ideia do Brasil daquele tempo, é preciso saber da crise do ouro, entre 1710 e 1740, que fez o rei de Portugal colocar homens duros, como Dom Pedro de Almeida e Portugal, numa região rica da colônia. E isso, óbvio, com o objetivo de aumentar a arrecadação. Pouco interessava a Som João V e ao Conde de Assumar a pobreza generalizada dos moradores da então Vila de Guaratinguetá.


Como entreposto para abastecer viajantes e as tropas que por aí passavam, a região só contava porque era ligação entre o ouro e o mar. Terra de exploração. É o melhor modo de caracterizar o Brasil daquela época. Explorados eram os seus habitantes que podiam ser açoitados ou até enforcados, como foram uns tantos quando o governador passou aqui, em outubro de 1717. Explorados eram os escravos que serviam  aos donos das terras. A violência era a forma natural de forçar à obediência e de podar revoltas. Elas plantavam a odeia de independência.

Entendida assim aquela época, o encontro da imagem de Nossa Senhora ganha um significado amplo. A santa não só veio responder à religiosidade dos abandonados, como fez crescer a esperança de tempos melhores dos quais a liberdade e a capacidade de sobrevivência digna seriam conquistas necessárias.

A libertação de todo tipo de escravidão faz parte do ato redentor do Crucificado. Não podia deixar de ser, também essa, a missão de sua Mãe. Ela participa desse ato. Assim como cada um de nós.

Fonte: Revista de Aparecida - Dezembro 2014 - Pe. Cesar Moreira C.Ss.R. 

REUNIÃO EXTRA


      Fizemos uma reunião extra para definirmos um membro para representar a Comissão de Nossa Senhora Aparecida junto ao CAEP da Paróquia Nossa Senhora da Salete do Bairro Próspera. Reunião que acontece mensalmente ficando responsável por esse cargo o Sr. João Batista de Medeiros Fernandes.

        Esse ano teremos um novo membro na Comissão, o Sr. Silvano Bez Batti Dutra, filha de uma componente a Sra. Maria Dalci Bez Batti Dutra.

quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

O SANTUÁRIO E OS SENTIDOS DA VIDA.

  
  Santuário é um lugar das dimensões sagradas que dão sentido e guiam a nossa vida.

    Santuário é um espaço em que nos encontramos com realidades sagradas em nossa vida moral. Assim, podemos falar de nossa consciência, dignidade e intimidade do lar como santuários. Há muitos outros, conforme os referenciais sagrados que assumimos na vida individual e social. Nesta ideia geral, como que um templo ou igreja pode ser um santuário? E, particularmente, o que significa o Santuário de nossa Senhora Aparecida? Seu espaço físico é só a “casa”. Os sentidos que ele abriga são a essência. Eles são muitos e  variados, mas  alguns merecem destaque.

    O Santuário de Aparecida nasce com o encontro da imagem enegrecida de Nossa Senhora da Conceição, no Rio Paraíba, em 1717. Mas o mais importante foi que significou o encontro do povo sofrido com a esperança, com o amor de Deus que não abandona seus filhos e filhas.  Assim, a capela inicial já representava um santuário desse encontro. Aos poucos, foi crescendo o número d pessoas que o procuravam. Mas, principalmente, cresceram os sentidos encontrados ali, junto da pequena imagem de Nossa Senhora, respondendo às mais diferentes situações da vida.

    Hoje, mais de doze milhões de pessoas acorrem anualmente ao Santuário. Sua construção em andamento abriga cerca de 40 mil peregrinos. Entre os sentidos que o Santuário acolhe e propicia, podemos destacar três tipos entrelaçados entre si: aqueles que nascem dos sentimentos mais variados que cada um leva consigo ao buscar Deus: aqueles que acabam descobrindo no Santuário, pelo encontro com Nossa Senhora e com tantos irmãos r irmãs: e aqueles que são alimentados pela organização do ambiente, da estrutura, da acolhida e das celebrações.

    Mesmo sem entrar agora em detalhes, percebemos que a essência do Santuário é constituída pelos sentidos profundos de nossa vida em Deus. Entrar no Santuário significa, então, uma abertura a esse encontro. Sem isso, a gene entra e visita a construção, mas não adentra ao santuário. Isso não impede um lado turístico e de interesses culturais na viagem, o que faz parte da vida. Mas a experiência de santuário toca em sentidos mais profundos de nossa existência.


    Conhecemos o canto, tirado de um salmo, que pergunta: “Senhor, quem entrará no santuário pra te louvar?”, e responde: “Quem tem as mãos limpas e o coração puro...”. Mas acho que o Santuário de Aparecida oferece uma chance diferente, pois se apresenta como “casa da Mãe de Deus e nossa”. Dá também para ir de mãos menos limpas e de coração pesado, se a gente entrar buscando os sentidos de Deus, junto de Nossa Senhora. Ali encontramos a Mãe e muitos irmãos e imãs para nos ajudar pelos caminhos da vida.

Fonte: Revista de Aparecida - Dezembro 2014.